Violência na Escola - I - ArteEducarJun15

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Maio/13
Por: Vivaldo Armelin Júnior

  • A violência na escola é um problema nacional e ninguém do poder público toma uma atitude digna e honesta para que ela diminua. Não existe um trabalho de acompanhamento junto à família por assistentes sociais, ou seja, não existe assistência social e quando existe a qualidade e quantidade destes profissionais é tão pequena que é impossível realizar um bom acompanhamento.

  • É muito comum pais desejarem entregar seus filhos aos cuidados do poder público alegando incapacidade para controlá-lo(s). Para essa situação o trabalho dos assistentes sociais seria fundamental.

  • Fazer um bom trabalho junto à família se um profissional fica responsável muitas vezes por uma cidade inteira, ou nos casos das grandes cidades e capitais, um profissional por um bairro com mais de cem mil residentes, é impossível. O descaso por parte do poder público reflete diretamente na violência, sem falar que o menor pratica a violência e não é punido adequadamente.

  • Como nenhuma atitude vem dos governantes, estes acabam jogando essa responsabilidade para a escola. Um absurdo total, pois a escola tem a responsabilidade pela educação formal, a educação comportamental deve vir da família. Querer que os profissionais da educação assumam essa função levará a cada dia que passa a uma educação de baixa qualidade. Pelo visto é o que desejam nossos governantes principalmente estaduais e municipais.

  • Para reduzir a violência e o abandono de menores, a família deveria ser preservada, trabalho que deveria ser feito com orientações vindas de assistentes sociais. Mais uma vez destacamos que estes profissionais estão sem condições de trabalho física, material e humana.

  • O ideal seria um assistente social por Unidade Escolar, mas com apoio até mesmo das guardas municipais e das polícias militares.

  • Enquanto não houver esse tipo de trabalho maior será a violência.

  • Os pais tem que ter a responsabilidade de educar e essa orientação vem do poder público, como acontece em muitos países do mundo.

  • É preciso mudar! Urgentemente.

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