Jogos01a - ArteEducarJun15

Seguindo em frente a 16 anos!
Ir para o conteúdo
Educação > Educação Especial > Jogos

JOGOS I

  • Os jogos são um grande aliado para o processo de construção dos conhecimentos e conquistas dos saberes e não pode ser esquecido da sua importância no trabalho com alunos com Necessidades Educacionais Especiais. Eles poderão ser trabalhados no desenvolvimento cognitivo de forma direta, como é feito com qualquer aluno, mas com uma possibilidade de agilizar o raciocínio dos alunos com dificuldades nesta capacidade humana.

OS JOGOS TRADICIONAIS

  • Um jogo poderá auxiliar no desenvolvimento cognitivo, motor, nos potenciais perceptivos e das capacidades, de diversas maneiras e momentos, desde a sua criação ou produção, na elaboração ou estudo das regras e na prática, ou seja, no ato de jogar. Este processo é bastante interessante por permitir uma participação em conjunto de professor e aluno, dentro de um projeto elaborado por um ou mais professores. Por sinal é muito importante e interessante que o trabalho com jogos seja interdisciplinar, mas quando não o for possível, pelo menos haja uma inter-relação de conteúdos.

  • Existe uma grande variedade de jogos que poderão ser e fazer parte da construção do conhecimento, como: xadrez, dama, jogo de cartas, gamão, trilha, de percurso em tabuleiro, jogo-da-velha, bolinha de gude, amarelinha, cobra-cega, RPG, queimada, folclóricos, diversos jogos para videogame, para computador, entre muitos outros.

PRODUÇÃO E CRIAÇÃO DE JOGOS

  • Existe uma outra possibilidade que proporciona na maioria das vezes resultados altamente satisfatórios, a criação de jogos pelos alunos. Este permite a partir de um projeto a pesquisa de um ou mais temas, a elaboração e organização da proposta em documentos escritos, em áudio, vídeo ou audiovisual, em braile, etc.

  • Esta é a fase de pré-produção, momento propício para um trabalho relacional e solidário entre alunos/alunos, professor/alunos/professor, aluno/comunidade escolar, professor/comunidade escolar, mas também o momento de motivação e comprometimento com o projeto. Ainda nesta fase deverá ser estimulado o surgimento da necessidade, pois caso o aluno não a tenha não haverá motivação, interesse e comprometimento.

  • O projeto deverá ser construído a partir de uma proposta do professor, não podemos esquecer que é ele que tem um domínio maior, mas não único do saber, com a participação do aluno, respeitando as propostas e soluções vindas deste e, principalmente, incorporá-las ao projeto.

  • A criação e produção de jogos não precisa ser algo inédito, mas baseado em algum já existente a partir de uma releitura destes, sejam eles em tabuleiros, quadras, espaços abertos, peças soltas, folclóricos, cartas, etc.

Voltar para o conteúdo