Escola-Família01 - ArteEducarJun15

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Por: Vivaldo Armelin Júnior - 2017 - Parte I

Por: Vivaldo Armelin Júnior - Abr./2018
Parte II
• O que os pais precisam entender é que a escola não é a responsável pela educação comportamental e social, educar os filhos é responsabilidade da família. Alguns políticos tentam jogar para a escola esta responsabilidade. Essa ação tem um objetivo que é o de evitar se indispor com a família e provocar uma queda na qualidade de ensino. O professor e a professora deveriam apenas educar para o conhecimento, é óbvio que algumas regras de convívio coletivo a escola irá garantir. O problema não está só nas famílias que se acomodaram com essa postura do Estado (prefeituras, estados e união) quando muitos pais e responsáveis se eximem do dever de educar para jogar a responsabilidade na escola, é mais simples, pois se o filho ou enteado se perde na vida é responsabilidade da escola. Essa situação não é algo natural, mas sim provocada pelos governantes.
• Os governos no Brasil, em sua maioria, visam apenas a riqueza e a dominação, isso vale para municípios, estados e a união. É o que acontece com a inclusão, pessoas especiais são jogadas nas Unidades Escolares (U.E.) sem acompanhamento necessário, jogando a responsabilidade para a escola e seus profissionais. Isso tem um motivo no Brasil, tumultuar a qualidade da educação para as camadas mais simples.
• O trabalho coletivo na U.E. pode mudar isso, para esse trabalho é preciso ter o envolvimento de toda a comunidade escolar. Crianças, jovens e adultos não são meros números, como são tratados pelos nossos governantes. O Brasil só vai mudar quando a população se aliar às escolas e a partir delas houver uma mudança de postura daqueles que só se enriquecem às custas do povo.
• É preciso cobrar dos governos um tratamento digno para seus filhos, repetindo, eles não são apenas números. Os profissionais da educação escolar já fazem muito. Está complicado educar para a construção do conhecimento e o desenvolvimento cognitivo porque a população aceita passivamente os atos absurdos dos governantes que fecham escolas, dispensam profissionais da educação, terceirizam funções que deveriam ser apenas do Estado (lembrando: municípios, estados e união).
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Por: Vivaldo Armelin Júnior - 2017 - Parte I
• A escola tem a função formativa e de construção do conhecimento e não da educação comportamental, uma função da família, como afirmavam em outros tempos, a educação vem do berço. Nesse contexto é a família quem tem a obrigação e o dever de educar seus filhos e filhas para terem respeito, convivência comunitária e social, saberem se comportar e dialogar.
• O problema é que a destruição familiar promovida por grupos dominantes, os meios de comunicação, governos, entre outros, um problema mundial que faz parte de nosso dia a dia. Essa ação tem produzido seres humanos sem limites e que acabam se perdendo.
• Não há no Brasil uma ação efetiva por parte de assistentes sociais junto as famílias e das crianças. Não são esses profissionais os culpados por esse desastre, mas sim o poder público em todas as instâncias, com políticas discriminatórias e opressivas.
• Essa classe dominante quer explorar, subjugar, submeter seres humanos às suas vontades e sem a possibilidade de questionar.
• Paulo Freire já destacava essa situação de opressão e abandono e propõe soluções importantes. No mundo seu nome foi e ainda é uma referência, mas no Brasil, poucos o conhecem.
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