Avaliação01 - ArteEducarJun15

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Arte-Alfabetização > Contextualizando
 
Avaliação 01 - Novo
Por: Vivaldo Armelin Júnior - Fev./16
 
• No processo de arte-alfabetização a avaliação deve ser formativa e posterior a uma formação com inter-relação de conteúdos e a interdisciplinaridade. Esse processo não é simples, pois até hoje muitos profissionais não conseguiram entender o que é inter-relacionar conteúdos, ou melhor, até entendem a teoria, mas não conseguem colocar em prática.
 
• Por que isso ocorre? O principal problema é a péssima formação proporcionada por governantes, no caso das escola públicas, e administradores e escolas privadas.
 
• O professor não tem culpa nesse processo, ele na realidade é uma vítima, bem como os alunos. Existem muitos estudiosos que insistem em afirmar que o professor é desinteressado, não procura formação, não faz nada para mudar... Esse grupo de especialistas trabalham para um sistema que não visa a melhoria da educação, mas sim a sua estagnação.
 
• Esses processos ocorreriam naturalmente se fosse garantida uma verdadeira reforma na educação, não essas mudanças bestas que ocorrem a cada novo governo e que não levam a nada. Um bom exemplo destas pessoas foi o aumento de dias letivos afirmando que haveria melhoria na educação. Então pergunto, desde quando quantidade é qualidade?
 
• Voltando ao tema, a avaliação formativa é parte de um processo lógico e extremamente dinâmico, o mais interessante é que ela não ocorre apenas realizando “provas” escritas. Como está atrelada à inter-relação de conteúdo, seu processo é natural e contínuo desde a fase de pesquisa, elaboração de um projeto até a fase final, com de preferência a interdisciplinaridade.
 
• A avaliação formativa faz do erro o processo de reconstrução do conhecimento e não a punição. Como já destacamos em outros textos, o erro é parte do processo de aprendizado, não a omissão e negligência por parte do educando ou aluno, como preferir. Na avaliação formativa tanto a teoria, bem como a prática, são não são avaliados separadamente, mas sim conjuntamente.
 
• Avaliar não é determinar uma nota ou conceito simplesmente, mas sim entender o processo de construção do conhecimento por parte daqueles grupo de alunos e buscando soluções para os casos que exigem maior atenção.
 
• É comum ouvirmos dos governantes, estudiosos, diretores, coordenadores pedagógicos e até professores afirmarem que se uma sala tiver um grande número de alunos em uma avaliação que não atingiram “o mínimo necessário” para seguir os estudos, o fracasso é do professor. Então preciso retomar uma discussão importante e pouco abordado pelos nossos governantes, o trabalho de assistência familiar. Na maioria das vezes que o aluno não tem um rendimento considerado adequado a culpa está na sua casa, pois muitos pais e responsáveis não dão importância para a escola. Seria necessário acontecer uma ação direta, não pelo professor ou a escola, sobre estas família com assistentes sociais. Essa seria uma mudança radical na forma de agir das famílias. Não estou afirmando que todos professores são verdadeiros profissionais, existem as exceções, mas posso garantir por minha experiência que a maioria está envolvida com o processo educacional.
 
• Então, a avaliação formativa será parte do processo educacional deste país. Não adianta a demagogia barata e ineficaz dos nossos governantes.
 
• O processo de arte-alfabetização não está desatrelado de uma avaliação formativa, nem da inter-relação de conteúdo ou da interdisciplinaridade.
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