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CRIAÇÃO - TIIC

ANIMAÇÃO NO COMPUTADOR II


— Software Requerido

  • MS Gif Animator - Está descontinuado, mas ainda é possível baixá-lo. Bem simples.

  • IrfamView p/ visualizar e converter as imagens em no formato gif, se necessário.

  • Gif Movie Gear para criação de animações no formato gif animado e que salva também no formato flash (swf).


— Equipamento:

  • Máquina Fotográfica Digital ou celular: com resolução mínima recomendada: 640 x 480 pixels, ou seja, 0,3 Mp, o ideal é de 4 Mp.

  • Computador AMD ou Intel. Pode ser também um Notebook, um Netbook ou um Tablet.

Imagens

  • Todas as imagens terão que estar salvas no formato .gif e não em outro.

  • Neste trabalho as imagens precisam ser pré-editadas e se necessário adicionar texto com a ajuda de um editor de imagem. Indicamos o PhotoFiltre (há um link no nosso Site "Software Grátis" para baixar este programa) que é grátis, em português e ainda permite salvar os arquivos de imagem no formato .gif.

  • Evitar construir animações com imagens maiores do que 200x150 pixels.

Um exemplo de animação gif. Hoje em dia está sendo substituído pelo formato Adobe Flash, seja swe ou flv.

ANTERIORES

CRIAÇÃO - TIIC

ANIMAÇÃO

• A animação é produzida com imagens estáticas e com pequenos deslocamentos do(s) modelo(s) a cada disparo da máquina fotográfica digital ou convencional. Essas imagens podem ser obtidas com uma máquina fotográfica digital de baixa resolução, por exemplo, 1,3 mp, pois com imagens estáticas ou fotográficas com resolução de 640 x 480 pixels são suficientes para que tenhamos um vídeo de qualidade. Há perdas sim, pois esses equipamentos não possuem boas lentes, geralmente a profundidade de campo e focal não são as mais adequadas, não possuem macro que permita uma boa aproximação (geralmente gira em torno de no máximo 0,70 e 1,20 m), o ideal seria ter o recurso macro para distância de aproximação inferior a 0,25 m.
• Outro detalhe importante está relacionado ao número de quadros ou fotogramas necessários para se ter a sensação visual do movimento. Com onze quadros por segundo (q.p.s.) é possível gerar animação de boa qualidade. Com a ajuda do computador a sensação será bem mais agradável.
• O ideal é ter um vídeo com no mínimo 24 qps, sendo o ideal, 30 qps. É óbvio que quanto maior o número de quadros por segundo, melhor será a qualidade do vídeo.
• Vale reforçar que é possível produzir animações com apenas 11 quadros por segundo e que permitem ter a sensação do movimento de forma agradável. • No computador é possível trabalhar com no mínimo dois quadros ou fotogramas e quando repetidos produzem a sensação do movimento. Essa possibilidade é adotada nos gifs animados. O problema é a baixíssima qualidade dessas animações, pois as imagens gifs têm apenas 256 cores. Essa condição prejudica a qualidade da imagem em todos os aspectos, não apenas no que se referem à  cor e seus tons, por exemplo:  teremos uma sensação de profundidade de campo menor por ter menor número de tons e cores.
• A maioria das câmeras fotográficas e celulares com esse equipamento produz imagens no formato Jpeg. Esse formato permite obter imagens com 16,8 milhões de cores (esquema de cores de 24 bits). Não é preciso destacar que a qualidade da imagem é muito boa. O maior problema está na maneira que ocorre a compactação do arquivo de imagem quer não permite ajustes mais significativos no computador. Por outro lado, produzem arquivos de imagem menores e a maioria dos vídeos são gravados nesse formato.
• A melhor técnica para a animação é o “Stop motion”, ou seja, é produzir imagens, uma a uma, com parada para modificar o movimento do objeto fotografado ou da própria câmera.
• É muito importante trabalhar os ângulos, planos de tomada e o movimento da câmera, incluindo aquele gerado pelo zoom.

Nota: Antes de iniciar a produção de uma animação é recomendado a leitura e o entendimento do processo de produção de um filme ou vídeo desde o que é e como é feita uma tomada, cena, seqüência, os planos, movimento de cãmera etc.

I. IMAGENS
Movimentos da Câmera


• Antes de mais nada é preciso esclarecer que a animação poderá variar quanto ao tempo de exibição de cada quadro e o número de quadros por segundo. Ambos interferem na qualidade do vídeo e um depende do outro.
• O tempo de exibição de cada quadro refletirá na qualidade da animação, pois quanto maior o tempo de exibição de cada quadro, será menor o número de quadros por segundo. Quanto maior o número de quadros por segundo, menor será o tempo de exibição de cada um dos quadros.
• Um vídeo de maior qualidade quanto a animação terá maior número de quadros por segundo e menor o tempo de exibição de cada um dos quadros.

1. Câmera Estática (fixa): Quando a câmera está sobre uma mesa, cadeira, cavalete ou um tripé. No caso da animação não há como a câmera estar na mão. Será necessário um tripé ou uma superfície lisa para a estabilização da câmera, mas é preciso destacar que o tripé é o melhor, pois evitará trepidação e deslocamentos acidentais.
O(s) modelo(s) será(ão) deslocado(s), logo após ser(em) fotografado(s), em uma pequenas distâncias ou girados de 1º (um grau) até no máximo 15º. Um movimento superior a esta medida irá acelerar o movimento ou deixar muito repicada quando da animação. Quanto menor for a distância do deslocamento maior será o realismo e mais lento o movimento do personagem durante a exibição.

Nota: Uma boa solução para evitar tremer durante o disparo é usar o sistema de retardo do disparo existente na maioria das câmeras fotográficas digitais e em algumas convencionais. O tempo de retardo de 5 segundos é o suficiente.

O deslocamento do modelo a cada fotograma deverá ser proporcional a seu tamanho e a velocidade do deslocamento exigido pelo roteiro para aquela tomada/cena/seqüência.

2. Panorâmica Horizontal (Pan H): A Câmera deve estar sobre um tripé e a cada fotografia ela é girada entre 1º (um grau), na exibição o movimento mais lento, até no máximo 15º (movimento rápido quando da exibição), para a direita ou esquerda, até completar a seqüência das imagens e a determinante tempo. A distância irá depender do tamanho (largura e altura) do modelo.

3. Panorâmica Vertical (Pan V): A Câmera deverá estar sobre um tripé e a cada fotografia ser deslocada entre 1º e até no máximo 15º, para cima ou para baixo, até completar a seqüência das imagens e a determinante tempo. Um movimento superior a esta medida irá acelerar o movimento quando da exibição e poderá dar a sensação de quebra na animação.

4. Panorâmica  Rápida, H ou V, também denominada Chicote: Neste caso a imagem apresentada na tela passará muito rapidamente, levando-se em conta 1/11 até 1/30 quadros por segundo. A cada fotograma o modelo será deslocado em um espaço relativamente grande, ou ainda ser girado acima de 15º até no máximo 45º. Depois cada fotograma passará por edição para adição de efeito especial de deslocamento (borrado). Durante a animação será visualizado um grande borrão.

5. Travelling: Trata-se do deslocamento da Câmera para a direita, esquerda, para cima, para baixo, para frente ou para trás. Este deslocamento poderá ser simultâneo ao deslocamento ou giro do modelo. A palavra Travelling traduzida quer dizer: viajar, mover ou andar.
São três os tipos de Travelling: Horizontal, Vertical, Diagonal, paralelo ou não ao modelo, ou ainda, Circular Horizontal, Vertical, Diagonal etc. O deslocamento circular poderá ser feito com base em uma unidade de medida linear ou em graus. Com o uso ou não de tripé, dolly ou Grua.
Nota: O deslocamento é seguido de paradas para que seja realizado o disparo. Não realizar deslocamentos muito grandes. Esta nota é igual para todos os tipos de travelling.

6. Travelling Horizontal da Esquerda para a Direita (ou vice-versa): A Câmera será deslocada da Direita para a Esquerda ou da Esquerda para a Direita em linha reta, curva ou diagonalmente, em relação ao modelo, em pequenos espaços para que a imagem não saia truncada. Este espaço dependerá do tamanho do modelo. O ideal é usar um tripé com rodinha ou sobre um trilho, ou ainda, uma grua.

7. Travelling Horizontal para Frente ou para Trás: A Câmera será deslocada para frente ou para trás, aproximando ou afastando, em linha reta, curva ou diagonalmente em relação ao modelo. O espaço de deslocamento deverá ser pequeno a cada fotografia, a não ser que queira dar a sensação de uma aproximação ou afastamento rápido. Este deslocamento dependerá do tamanho do modelo. Poderá a câmera estar fixada a um tripé, não nas mãos do fotógrafo, ou ainda, em um Dolly (carro) ou grua. Também denominado Travelling in ou Travelling out.

8. Travelling Vertical de Baixo para Cima (ou vice-versa): A Câmera será deslocada de Baixo para Cima ou de Cima para Baixo, em linha reta, curva ou diagonalmente em relação ao modelo, deslocando pequenos espaços. Este deslocamento dependerá do tamanho do modelo. Neste caso será aumentada ou diminuída a altura do tripé. Poderá também fazer uso de uma escada (apoiando a máquina sobre os degraus, nunca nas mãos), uma grua, um elevador, escada rolante etc.

9. Travelling Circular Horizontal: A Câmera será deslocada da Direita para a Esquerda ou da Esquerda para a Direita circularmente, em torno do modelo, deslocando pequenos espaços. Este deslocamento dependerá do tamanho do modelo. A exibição será em velocidade normal, ou seja .

10. Travelling Circular Vertical: A Câmera será deslocada de Cima para Baixo ou de Baixo para Cima circularmente, em torno do modelo, em pequenos espaços. Este espaço dependerá do tamanho do modelo. O movimento poderá ou não percorrer o espaço de 360º.

11. Travelling Circular com Grua: Pode ser Travelling Horizontal ou Vertical, com a vantagem de ser possível uma integração com a Panorâmica. O movimento poderá ou não percorrer o espaço de 360º.

12. Travelling Circular em Espiral: Trata-se do travelling circular de cima para baixo ou de baixo para cima onde a câmera será deslocada formando o desenho de uma espiral. É muito útil quando se pretende ter uma visão geral do ambiente e panorâmica. O movimento poderá ser voltado para o interior do círculo ou para o exterior.

13. Zoom: O zoom é um recurso que poderá ser óptico (produzido por um jogo de lentes) ou digital (produzido pela ampliação de uma determinada região e o resultado será inferior ao zoom óptico, pois haverá redução do número de pixels na imagem ampliada, mesmo havendo interpolação). O zoom óptico deverá ter precisão para que seja possível obter bons resultados quando da animação, muitas vezes é recomendado fazer o Travelling. O zoom digital proporcionará um resultado inesperado, pois as primeiras imagens terão uma qualidade superior em relação ás finais em razão da ampliação por pixels, mesmo havendo interpolação. O zoom no cinema, vídeo e televisão poderá ser in (aproximar ou ampliar) ou out (sair, afastar ou distanciar).

II. NECESSIDADES

ESTÚDIO

1. Preparar o espaço para garantir um ambiente adequado para o posicionamento do modelo. O pé direito do estúdio não poderá ser muito baixo, caso este tenha uma altura inferior a 3,5 m não será possível fotos mais distantes do modelo e do cenário, mesmo com bonecos.
2. O uso de rebatedor é indicado para quebrar a intensidade de sombras ou até evitar que a luz atinja diretamente o modelo. Num estúdio é possível ter maior controle da iluminação, no entanto um descuido poderá provocar a perda total do trabalho.
3. O estúdio tem a vantagem de não estar sujeito a vento, chuva, calor, nuvens,  frio etc. Mas tem a desvantagem da limitação do espaço cênico.
O ambiente interno muitas vezes são muito quentes e precisam ser refrigerados e esta situação poderá danificar o equipamento.
4. Para montar um estúdio é preciso ter no mínimo um fundo chapado.
5. O uso do tripé é fundamental em muitos momentos. Os tripés mais simples tem a desvantagem de não serem muito firmes.
É recomendado usar um nível quando não for usada a altura padrão do tripé mais simples. A maioria dos tripés se adaptam bem às condições de um estúdio, mesmo aqueles improvisados. Um tripé profissional é o mais recomendado.
O tripé com rodinhas é o mais indicado em deslocamentos.
6. O uso de cortinas semitransparentes poderá diminuir a intensidade da luz direta. Um tecido muito usado é o filó ou tule. Também são usadas para criar efeitos especiais de iluminação.
7. O medidor de luz é uma aparelho que é mais recomendado para profissionais, mas muito útil.


LOCAÇÃO

I. A escolha do espaço cênico em uma locação, interna ou externa, deve levar em conta a iluminação, a composição cênica, o espaço interno, o terreno e a distância da câmera e o modelo, sistema de fornecimento de energia elétrica.
II. O uso de rebatedor é indicado para quebrar a intensidade de sombra ou até evitar que a luz atinja diretamente o modelo. Nos ambientes externos as sombras são mais intensas que o normal, o mesmo ocorrendo com as áreas de luz.
III. O trabalho fotográfico de animação em locações externas sempre dependerá do clima ou tempo, como: sol, chuva, nuvens, frio, calor etc. A maior vantagem é a amplitude do espaço cênico.
É preciso ter maior cuidado com o equipamento e ter guarda-chuva, guarda-sol etc.
IV. Numa locação externa poderá ou não ser montado um cenário.
V. O uso do tripé é fundamental em muitos momentos. É recomendado o uso de um tripé mais sofisticado ou ter em mãos um nível de pedreiro. Esta ferramenta garantirá que o tripé seja assentado em nível, mesmo em terreno com desníveis. Recomenda-se um tripé que seja mais firme e que proporcione estabilidade, com vários níveis de regulagem.
O tripé com rodinhas e a montagem de trilhos em muitas situações auxiliará e melhorará o resultado final.
VI. Nas locações é muito comum o uso de cortinas semitransparentes para diminuir a ação da luz solar direta ou criar efeitos especiais de iluminação. O filó, tule e outros tecidos bem finos são os recomendados.
VII. O medidor de luz é uma aparelho que é mais recomendado para profissionais, mas muito útil.


CRIAÇÃO - TIIC

ANIMAÇÃO NO COMPUTADOR
I. Formas & Formatos de Animações (mais comuns).


1. GIF Animado: Animação que ocorre pela sobreposição e substituição em alta velocidade de cada uma das imagens gerando a sensação de movimento.
2. Apresentação: Trata-se de programas que exibem imagens estáticas ou animadas, com áudio, mas não se trata de um vídeo. Existem diversos programas pagos, alguns grátis e outros livres para edição de apresentação. O do OpenOffice (livre) é um dos melhores e sem nenhum custo.

a
. MS PowerPoint: Programa da Microsoft que produz as melhores apresentações do mercado e que poderão ser exibidas em outros S.O. graças a programas como o OpenOffice Impress, poderá ser salvoi no formato .pps que faz a apresentação em tela cheia e não abre o editor. Nesse formato poderá estar integrado o Power Point View.
b. OpenOffice Impress: Software de edição de apresentações que faz parte do pacote OpenOffice. Sua vantagem é que poderá abrir o formato de arquivo da Microsoft e salvar neste formato ou no próprio.
Existem alguns programas, todos pagos que convertem apresentações criadas nesse software para o formato vídeo, geralmente .avi.
c. Corel Presentations: É um concorrente direto ao soft da Microsoft entre os pagos, mas não muito difundido apesar de ter um preço relativamente mais baixo. Faz parte do pacote Office da Corel (Corel WordPerfect). Aceita arquivos do PowerPoint, Open Office e salva também nestes formatos, além do seu próprio.

3. Slide Show: Trata-se de apresentações que imitam as antigas projeções de slides com imagens estáticas. Permitem a inserção de áudio e alguns de legendas, transições etc.

a. IrfanView: Software grátis que permite a criação de apresentações de Slides, com áudio, mas sem nenhum tipo de simulação de animação. É possível controlar o tempo de exibição de cada slide e a transição. Bastante simples e intuitivo. Vantagem, possui tradução para o português do Brasil. Salva no formato .exe e também de vídeo .avi.
b. MS Photo Story 3: Este software é bem novo e permite a produção de apresentações de slides com simulação de animação, completamente editável, efeitos de transição, de texto, áudio e até a composição simulada de música de fundo. Ele por enquanto é grátis e pode ser baixado por quem possui software original. Compatível apenas com o Windows XP, 2003 ou Vista. Salva o arquivo final em WMV, com algumas opções. A grande vantagem é a possibilidade de se salvar o projeto, fator que facilitará correções e reedição.

4. Vídeo Digital: O vídeo digital veio para substituir o analógico com qualidade bem superior. Possui vários formatos de arquivos. Maiores informações no item "II", abaixo.

a. AVI: Formato de arquivo digital de vídeo de alta qualidade, no entanto os arquivos finais são muito grandes. Possui um excelente editor grátis que é o VirtualDub.
b. WMV: Formato padrão da Microsoft, compatível com o Windows ME, XP, 2003 e 2007 para edição e visualização a partir do Win 98, 98SE, ME, NT, 2000, XP, 2003 e 2007, com o Windows Media Player a partir da versão 9. Produz vídeos e Slides Shows de alta qualidade. O inconveniente, seus arquivos não são portáveis. Com a popularização do formato .wmv, mesmo dentro do Linux, Solaris ou Mac.
c. VCD: MPeg I e MPeg II. Trata-se do formato mais popular por ser portável. Também identificado como "MPG". Alguns programas de gravação em CD ou DVD possuem ferramentas para a conversão, edição deste formato, mas a maioria é pago. Este formato é amplamente aceito por aparelhos de DVD Player. Para gravação em disco como CD.
d. DVD: Vídeo digital que pode ser exibido na televisão, através do DVD Player, que está substituindo o Videocassete, ou no computador, porém nesta mídia ainda não é tão popular por exigir programas e drivers específicos para visualização e gravação.
Para gravação em disco como DVD.

e: DivX: Na realidade não é um formato, mas sim uma forma de compressão de vídeo no formato AVI.
f. Blu-ray: Formato de alta resolução, que pode ser HD (720 pixel) ou Full HD (1080 pixel). Uma tecnologia mais atual e que o disco comporta até aproximadamente 25 GB.

II - CUIDADOS E RECOMENDAÇÕES PARA CADA FORMATO DE ARQUIVO
Gif Animado


1. Para criar uma animação é recomendável produzir entre 18 e 30 fotos numa seqüência, permitindo assim o número de 18 a 30 quadros por segundo (qps) durante a exibição.
2. Animações que contenham menos de 11 quadros por segundo produzirão uma seqüência de imagens que darão a sensação de descontinuidade ou quebra e aceleração, a não ser que seja um gif animado.
3. No gif animado a aceleração da exibição permite que com poucas imagens tenhamos a sensação de movimento.
O problema dos gif animados é a qualidade da imagem e que poderão levar muito tempo para serem carregados na máquina se forem muito pesados, ou seja, acima de 100 kb, é claro que este problema vai depender da máquina do usuário e a velocidade de conexão. É possível produzir gif animado com tamanho de 640 x 480 pixels por imagem, mas este tamanho poderá dificultar a abertura em máquinas mais antigas e conexões mais lentas ou discada, menos potentes.
4. Os gif animados tem a vantagem da portabilidade, pois são compatíveis com qualquer sistema operacional; não precisam seguir o número de 18 a 30 qps; são facilmente editáveis; existem diversos softwares grátis e livres para produzi-los; podem ser visualizados em uma página da Internet ou em visualizadores de imagem compatíveis com animação, a maioria grátis ou livre etc. Com a evolução dos vídeos e o aumento da velocidade de conexão à internet os gifs animados estão sendo substituídos.
Num site, quando muito grandes, poderão ser compactados (zipados) para download e são bons para exibição de pequenas histórias, seqüência de uma experiência, etapas de uma operação matemática, pequenas frases etc. Caso possuam tamanho superior a 320 x 240 pixels poderão ser projetados em telão com qualidade razoável.
Veja abaixo dois exemplos de gif animado, com o mesmo número de quadros, mas com tempo de exibição diferentes.

Este é mais rápido, pois a imagem é exibida a cada 10/100 segundo.

Este é mais lento, pois a imagem é exibida a cada 30/100 segundo.

5. No entanto, os gif animado também tem suas desvantagens, como: o formato das imagens é em gif, por esta razão o número de cores é pequeno, no máximo 256. Uma fotografia perde muito de sua qualidade se comparada a outros formatos (jpeg, bmp, png, tif etc.).
Para introduzir áudio num gif animado será preciso usar um software pago. Outra dificuldade dos softwares grátis ou livre é que a maioria não possibilita a inserção de texto no momento da edição, isto deverá ser feito antes, imagem por imagem.
Um bom software pago possibilita transições automáticas, inserir textos, outras imagens, áudio, controlar o tempo de exibição de cada imagem (os grátis e livres também tem esta possibilidade), criar áreas de transparência etc. O problema é que geralmente são caros e estão na língua inglesa.
A maioria dos softwares livres ou grátis aceitam imagens apenas no formato gif, ao contrário dos pagos que aceitam outros formatos para edição. Um gif animado poderá ser convertido para o formato padrão de vídeo .avi que é aceito pelo  Ms Movie Maker (.wmv), mas a qualidade final será baixa, só então será possível inserir áudio.

Formatos populares de Vídeo:

WMV

1. Formato de vídeo do Windows produz animações de qualidade. Durante a edição é permitido importar vídeos em vários formatos, mas ao salvar será possível apenas no .wmv da Microsoft.
2. É possível inserir áudio, texto, transição, efeitos de vídeo, criar um álbum fotográfico, neste caso usando o Photo Story, converter um gif animado em .wmv, inserir legenda...
3. Não é necessário nenhum conhecimento técnico de programação, pois toda a edição é automatizada e intuitiva.
4. Os arquivos gerados são pequenos, mas para ter uma qualidade razoável é importante que o tamanho das imagens sejam no tamanho máximo que é de 640 x 480 pixels, isso não quer dizer que os arquivos não possam ser salvos em outro tamanho menor. Na página anterior os vídeos foram salvos neste formato e no .mpg com o tamanho 150 x 112 pixels.
5. A maior desvantagem é programa MS Movie Maker salvar apenas no formato próprio, mas como ele se popularizou não haverá problema de visualização, não importa o S.O.
6. Excelente para ser exibido em telão, mas deve ser aberto no MS Windows Media Player ou gravado em um CD ou DVD.
7. É possível controlar o tempo de exibição dos textos de abertura, legenda e encerramento. Também é possível escolher diversos efeitos sobre os textos, a cor, tamanho, fonte, localização na tela etc.
8. Não temos informações de um editor de gif animado que salve neste formato da Microsoft, esses salvam geralmente no formato .avi.

MPG ou MPEG

1. O maior problema deste formato é conseguir um editor gratuito, no entanto existem alguns livres, mas nem sempre os softwares são compatíveis com o Windows, apenas com as várias plataformas Linux.
2. Este formato de arquivo de vídeo permite exibição em vários S.O. e para isso, existem diversos visualizadores grátis ou livres.
3. É possível assistir aos vídeos em DVD player, seja em formato VCD em mídia CD ou em mídia DVD.
4. Produz-se imagens de excelente qualidade.
5. A maioria dos programas, ou melhor, a totalidade deles são em inglês e não são muito intuitivos para iniciantes.
6. O Ulead GifAnimator permite salvar as animações neste formato, mas é um software pago, de preço não muito bom e em inglês, nele é possível inserir legendas, textos, criar efeitos de transição, efeitos de texto, imagem, transparência, editar as imagens, controlar o número e o tempo de quadros etc.
Outro software proprietário e de qualidade quanto aos resultados e as possibilidades de salvamento é o Power Director, da Cyberlink.

AVI

1. Este formato de arquivo de vídeo resulta em animações de alta qualidade, mas tem um sério inconveniente, pois os arquivos gerados muito pesados, cem vezes maiores que o WMV e sessenta vezes em relação ao MPEG, mas são totalmente portáveis.
2. Existem programas grátis e livres que editam vídeo neste formato, o melhor deles é o VirtualDub (pode-se fazer o download dele através do Site "Softwares Grátis" deste Portal). Este software é bastante intuitivo, permite editar os vídeos, inserir legenda, transição etc.
3. O VirtualDub não é um software simples no que se refere aos recursos, chaga bem próximo dos pagos. Infelizmente ele ainda não tem uma versão para o português do Brasil.
4. O maior inconveniente deste formato na Internet é o tamanho, pois dificulta o download se a pessoa não possuir uma conexão rápida.
5. O formato .AVI pode ser reproduzido por alguns aparelhos de DVD player.
6. É um formato portável, ou seja, pode ser visualizado em qualquer uma das plataformas pagas (Mac, Microsoft) ou livres (Linux, Unix, Solaris etc.).

DIVX

1. Na realidade o DivX não é um formato, mas um arquivo de vídeo AVI compactado. A compactação permite reduzir o tamanho dos arquivos de forma assustadora, em até aproximadamente 70% do seu tamanho original.
2. Este formato compactado permite aproveitar melhor o vídeo na Internet ou em máquina que não seja muito nova ou potente.
3. É um formato que é portável, ou seja, poderá ser visualizado tanto no Linux,  para qual surgiu, Mac, Solaris, Unix, bem como no Windows.
4. Os software de edição para DivX são em sua maioria livres e alguns grátis. São na sua totalidade em inglês.
5. Nem todos os softwares de edição são intuitivos, pois ainda estão em desenvolvimento e por ser uma tecnologia extremamente nova.
6. Alguns aparelhos, os mais novos, de DVD player já aceitam este formato. O mesmo acontece com o aparelho de gravação de DVD.

MP-4

MPEG-4 é a especificação para MP4. Na realidade mp4 é a extensão do arquivo de áudio e vídeo, ou seja, um padrão container de áudio e vídeo.
É o formato que se adequa bem ao padrão de codificação H.264, que garante um arquivo relativamente pequeno, mas de ótima qualidade.

FLV

Formato padrão de vídeo da Adobe e que é ideal para streaming de vídeo. Os arquivos finais são relativamente pequenos facilitando sua transmissão online. É no entanto, inferior em qualidade, em relação aos anteriores.


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